Açúcar Guarani

 

Inovação em Hibernação de Equipamentos na
AÇUCAR GUARANI

Nascida pela visão de seus fundadores sob esse lema e sob o signo da evolução, a Açúcar Guarani S.A., localizada no município de Olímpia, estado de São Paulo, a 500 km da capital São Paulo, destaca-se como uma das empresas mais ousadas e inovadoras do mercado brasileiro de açúcar. O começo da empresa se deu com a compra da unidade de Severínia – SP, em 1976, onde foi iniciada a fabricação do açúcar cristal Guarani® e álcool hidratado.

Já no ano de 1987, com grande perspectiva de crescimento, foi construída em Olímpia uma nova unidade industrial, a Cruz Alta.

Sua área agrícola é responsável pelo plantio, cultivo e colheita da cana-de-açúcar utilizada na produção. As duas plantas industriais da Açúcar Guarani S.A produzem hoje açúcar, álcool e energia elétrica.

 
Em julho de 2001 a Açúcar Guarani S/A foi adquirida pela companhia internacional Béghin-Say SA, atual Tereos S.A.


O problema:
Durante a entre-safra equipamentos como turbinas, geradores, caldeiras, evaporadores, cozedores, desaeradores e tubulações estão expostos aos altos índices de umidade do verão, o que faz com que o processo de corrosão seja acelerado, causando um degaste prematuro e muitas vezes gerando problemas operacionais durante a produção. Anteriormente medidas paleativas eram tomadas para minimizar este problema, no entanto todos apresentaram índices de eficácia insatisfatória, seja pelo excessivo uso de produtos químicos ou por inviabilidade econômica devido a longos e caros processos de desmontagem e remontagem no retorno da safra, o que sempre gerava problemas que não seriam sentidos caso a maquina pudesse permanecer sem nenhum tipo de intervenção.

 A solução:
Através do sistema de controle dos níveis de umidade a Munters propiciou o mais eficiente método de hibernação não invasiva, com resultados de comprovada eficácia a longo prazo (mais de 30 anos de experiência na área), onde se utilizaram os princípios básicos já comprovados pela natureza onde materiais que permaneceram expostos em regiões com baixo índice de umidade ficam preservados por séculos.


O processo
O desumidificador de ar Munters tem como elemento principal o cilindro rotativo monolítico com o formato de colméia, constituído por lâminas corrugadas de material inerte, não metálico, não corrosivo, impregnado com substância de grande capacidade de adsorção, formando um meio dessecante sólido não granular, que retém em sua superfície, água na fase de vapor.


A estrutura corrugada forma canais uniformes paralelos ao eixo do cilindro, permitindo o escoamento da corrente de ar em fluxo laminar, de modo a proporcionar a máxima retenção de água com o mínimo de perda de carga.
O cilindro gira lentamente, entre duas correntes de ar em sentidos opostos : de um lado, a corrente de ar úmido que é secada ao passar através dos canais, chamada de ar de processo, e do outro, a corrente de ar previamente aquecida, que passa através dos canais do setor de reativação do cilindro, removendo a umidade retida pelo dessecante, chamada de ar de reativação. As partes reativadas do cilindro entram novamente n setor do ar de processo, dando continuidade à secagem do mesmo. O ar utilizado para reativação do cilindro é tomado e descartado em ambiente externo ao processo de secagem.


Aplicação:
O desumidificador foi conectado às linhas de vapor e aos equipamentos através de dutos flexíveis formando sempre que possível um circuito fechado onde os níveis de umidade relativa internos ficam sempre abaixo de 40% (faixa onde a evolução de corrosão é desprezível), e mantendo sempre uma pressão positiva de forma a evitar a infiltração de ar contaminado ou úmido.
A forma de conexão foi analisada caso a caso de modo a aproveitar ao máximo as facilidades da instalação existente, agregando o máximo de equipamentos possíveis para cada sistema de desumidificação, maximizando assim o custo-benefício.


Principais vantagens:
  • Não foi adicionado nenhum tipo de produto químico ou gás no sistema, somente ar com baixo nível de umidade.

  • Não foi necessário nenhum tipo de limpeza ou descontaminação quando da abertura dos equipamentos para uma possível manutenção ou para o reinicio da operação.

  • O processo corrosivo foi interrompido imediatamente após a entrada do sistema em regime e as características do material foram preservadas.

  • Redução brutal nos custos e na mão de obra de manutenção, liberando verba e pessoal para melhorias e aprimoramento do processo de produção.

  • Conformidade com as regras de qualidade e respeito ao meio ambiente, com a preservação de recursos naturais e não utilização de aditivos que possam prejudicar a saúde dos funcionários e o meio ambiente.    

 
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